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Avanços da Física Médica

Posted in Ciência e Tecnologia by micheletavares on 20/11/2009

Por Gustavo Carvalho

Criado em 2003 para atender as necessidades de desenvolver projetos de pesquisa nos cursos de graduação e principalmente pós-graduação, o Grupo de Pesquisa de Física Médica, cresceu e se fortificou na sua área de atuação.

Coordenado pela professora doutora Divanizia do Nascimento Souza e pelo professor doutor Carlos Ernesto Garrido Salmo, o grupo busca através dos seus experimentos, garantir o controle de qualidade na atuação da Física Médica e de todos os instrumentos utilizados em diagnósticos e tratamentos na área da saúde.

Em entrevista concedida ao Empautaufs a professora Divanizia Souza comentou sobre os projetos e sobre a situação em que se encontra o grupo que busca simular a realidade dos desafios encontrados pela Física Médica diariamente.

Sobre os projetos, apoios e dificuldades

Um dos orientandos da professora Divanizia está desenvolvendo um tórax para ser usados nos testes em Raios-X. Segundo a professora, o grupo recebe um bom apoio da Universidade que possibilita a aquisição de aparelhos caros e essenciais. Um dos aparelhos adquiridos recentemente foi o de radiodiagnóstico, possibilitando a realização de vários testes nessa área.

Mesmo com o apoio que o Grupo de Pesquisa tem da Universidade a grande dificuldade que se mostra presente está relacionada às instalações precárias em que os aparelhos são utilizados.

O grupo realiza pesquisas em todos os campos da Física Médica. Dentre eles estão a ressonância magnética com a utilização da biofísica e eletrofísica, o radiodiagnóstico, a radioterapia e a medicina nuclear. O Grupo de pesquisa também tem como objetivo gerar recursos humanos e formar profissionais com maior experiência e qualificação profissional além de fornecer especialização e formar mestres e doutores no estado.

Parcerias

O grupo mantém parceria com o Hospital Universitário (HUSE) e o Hospital Cirurgia que oferecem espaço para os alunos desenvolver seus projetos, além de manter parcerias específicas com os experimentos em Medicina Nuclear que conta com o apoio da CLIMED. “Temos acesso a vários hospitais, o grande problema é que na maioria deles faltam instalações e espaço suficiente para fornecer estágio aos nossos alunos”, declara a professora Divanizia Souza.

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