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Intercâmbio oferece um mundo de conhecimentos

Posted in Cultura by micheletavares on 10/05/2010

Diversos programas, diversos destinos, diversos benefícios. O intercâmbio ultrapassa barreiras, vai muito além de aperfeiçoar o idioma e descobrir uma nova cultura. É uma oportunidade única para o ser humano conhecer a si mesmo.


Por Tatianne Melo e Gustavo Carvalho

Ganhar conhecimento, apreciar diversos povos e culturas, praticar outra língua, viajar e se divertir, sem dúvidas fazem parte dos sonhos de muitas pessoas. O melhor de tudo isso, é que existe uma atividade que engloba todos esses desejos: o intercâmbio. Experiência que vai além da troca de país por um determinado período de tempo. O que muitos não sabem é que para esse tipo de viajem, que atrai principalmente os jovens, existem diversos programas. Dentre eles, intercâmbio cultural, universitário e profissional. Os destinos são inúmeros e antes do embarque é ideal que tudo seja planejado para que não ocorram decepções.

Agências

João de Seixas Dória, gerente da STB (Foto: Gustavo Carvalho)

Para aqueles que buscam fazer um intercâmbio cultural, é importante procurar uma agência de intercâmbio que identifique o perfil do cliente. Perceber suas preferências, seu estilo de vida, seus objetivos e desta forma indicar-lhe o programa e destino ideal. “Muitos chegam aqui e dizem: Eu quero fazer intercâmbio e não sabem para onde ir e quanto gastar”, revela o gerente da agência de intercâmbio Student Travel Bureau (STB – Aracaju), João de Seixas Dória. Porém não é tão fácil assim. Do desejo de viajar até a sua concretização ocorre um logo processo burocrático que inclui a escolha do país, cidade, curso, moradia, documentação. O período conhecido como “pré-embarque” transcorre de dois a três meses. Antes de viajar, o intercambista precisa conhecer seu destino, quais são os costumes do local. “Tem gente que gosta mais de balada, uns de conhecer a história do país, outros são aventureiros. Tudo isso influência na escolha do país e o período de estadia”, informa Marcele Leal, consultora de vendas da STB.

Os jovens sergipanos procuram cada vez mais as agências de intercâmbio em busca do seu sonho – uma viagem Internacional. Segundo dados da STB-Aracaju no ano passado, 80 pessoas viajaram pela agência e para o primeiro semestre deste ano, a estimativa é de 50 pessoas. Os destinos mais procurados por esses jovens são Canadá e Nova Zelândia. Os Estados Unidos, por sua vez, não predominam mais no mercado de intercâmbio, pois a entrada no país tornou-se difícil após os atentados terroristas. “O Canadá caiu no gosto brasileiro mais precisamente depois do 11 de setembro. É uma opção parecida com os Estados Unidos, com qualidade de vida maravilhosa, o dólar canadense é mais barato, além de não ter problemas com visto.”, declara Dória. Já na Nova Zelândia “terra dos esportes radicais” o intercambista pode permanecer até 90 dias e sem precisar obter o visto. A procura pelos países da Europa não é tão grande devido à alta cotação do euro e o custo de vida caro. No entanto, algumas pessoas procuram a Inglaterra e a Espanha.

Itaynnam Marinho, ex- Au Pair ( Foto: Gustavo Carvalho)

Os programas que mais atraem os estudantes são os que duram de um a dois meses, principalmente no período das férias, nos quais procura-se aperfeiçoar a língua estrangeira. Já para quem busca ficar mais tempo em outro país, o “High School” é muito procurado por ser um intercâmbio voltado para o estudo de uma parte ou de todo o ensino médio no exterior. Nesse programa, o intercambista mora em casas de famílias ou em alojamentos nas escolas. Outro programa de longa duração e uma ótima opção para quem quer gastar pouco é o “Big Sister Au Pair”. Tem duração de um ano, é exclusivo para moças, que moram com uma família e desempenham o papel de uma irmã mais velha para as crianças da casa e em seu tempo livre, pode estudar, conforme as regras do programa. Quase todas as despesas com a viagem são pagas pela família e ainda recebe um salário semanal. “O papel da Au Pair é ajudar, não é babá. Eu ficava com as crianças na hora que a os pais não estavam em casa, quando voltavam eram eles que cuidavam dos filhos. A família pagou tudo, escola, salário, seguro saúde e alimentação. O custo de uma Au Pair é muito baixo para eles. Jamais me arrependi, faria tudo de novo”, afirma Itaynnam Marinho, que morou um ano na França como Au Pair.

O estudante Flávio Figueiredo, experiente no assunto, já fez dois tipos de intercâmbio. Em 2006, estimulado por seu melhor amigo, cursou o “High School”. Flávio tinha 16 anos e estudava o segundo ano, mas não se intimidou em abandonar família e amigos por um ano para terminar o ensino médio em South Bend (EUA). “Foi difícil, pois sabia pouco inglês, tive que me esforçar bastante para poder me comunicar. Na escola tinha dificuldade para entender termos específicos, contudo dava pra acompanhar as aulas”, relata. Segundo Figueiredo, a experiência valeu muito a pena, além de aprimorar seu inglês, até hoje tem vínculos fortes com sua segunda família. Quatro anos depois, já na universidade, Flávio optou por ter uma experiência profissional em outro país. Procurou à sede paulista da Associação Internacional de Estudantes de Ciências Econômicas e Comerciais (AISEC), se empenhou, passou num criterioso processo de avaliação e conseguiu ser selecionado para ir à Rússia. Em Novosibursk, tinha como dever ensinar inglês a crianças, fazer palestras nas universidades e escolas sobre a cultura Brasileira. “Voltei para o Brasil com a sensação de missão comprida, foi uma experiência única, consegui mudar a imagem que muitos tinham da nossa nação”, revela.

Flávio Figueiredo, abaixado, e seus alunos russos ( Foto: Arquivo Pessoal)

O preço de um intercâmbio varia de acordo com a escolha do país, cidade e moradia. Pessoas que escolhem a Inglaterra pagam bem mais caro, pois a moeda do país a libra esterlina é considerada atualmente como a mais valorizada de todas as moedas, superando inclusive o euro e o dólar, sua cotação atual gira em torno de R$ 2,70. Hospedar-se em hotéis, flats e apartamentos encarecem o pacote, a acomodação mais procurada por quem faz um curso no exterior é a casa de família, nela o estudante tem a melhor oportunidade de estar em contato com a cultura, além de ser bem mais barato. “O valor de um intercâmbio, com hospedagem em casa de família, varia de acordo com o país e a cidade. Mas há um custo mínimo, que não inclui a passagem de avião. R$ 5 mil 1 mês, R$ 15 mil 6 meses e 28 mil 1 ano”, informa Izabel Souza, gerente da agência Education First – EF Aracaju.

Rotary

Paulo Gomes, presidente do Rotary ( Foto: Tatianne Melo)

Por tratar-se do menor estado do Brasil, poucos imaginam que Sergipe recebe a quatro anos seguidos intercambistas de diversos países. Através do Rotary – organização internacional, presente em mais de 200 países, sem fins lucrativos, que tem como objetivo reunir um grupo de pessoas dentro da sociedade para manter companheirismo – “No Brasil temos 38 distritos, nosso distrito, o 4390, engloba Sergipe, norte da Bahia, Alagoas e junto com distrito 4500 e 4720 formamos o Norbrex”, afirma o presidente da Comissão Distrital do Programa de Intercâmbio de Jovens do Rotary Club, Paulo Gomes. Atualmente, oito estudantes da Alemanha, Canadá, Dinamarca, Eslováquia, Estados Unidos, França e Finlândia participam do programa de longa duração de um ano, no estado.

A eslovaca Veronika Debreceniova, 18 anos, estudante do Rotary, mora há quase nove meses em Aracaju. A escolha do Brasil ocorreu por influência do coordenador do Rotary de sua cidade e de amigos que recomendaram o país. Veronika cursa o 3º ano do ensino médio só por experiência, uma vez que o governo da Eslováquia não reconhece seus estudos aqui. “Mesmo o governo não reconhecendo, frequento sempre as aulas, principalmente as de Português, Literatura, Geografia e História, através delas conheço mais do Brasil”, explica. A eslovaca veio para o Brasil sem saber o português, pois o Rotary não exige fluência no idioma do destino. “Os primeiros meses foram difíceis, minha primeira família sabia pouco o inglês, aprendi logo o português para me comunicar com eles”, diz. A estudante destaca que os brasileiros são mais abertos, calorosos e unidos em comparação com os eslovacos.

Veronika Debreceniova - a 1ª da direita para esquerda - com sua 2ª família brasileira ( Foto: Arquivo Pessoal)

No programa de longa duração do Rotary o jovem frequente a escola do país, participa das atividades do seu Clube Hospedeiro e mora com mais de uma família durante o ano. Cada estudante conta com o apoio de um conselheiro rotariano para ajudá-lo, um intermédio entre ele e a família. ”É um Intercâmbio sócio-cultural, envolve passeios e atividades sociais, os atuais intercambistas visitaram a instituição social Rosa Azul, no Santa Maria e plantaram árvores nativas”, completa Paulo Gomes. A família anfitriã é responsável pelos custos escolares, bem como os outros gastos, os custos que ficam por conta dos pais incluem basicamente taxas do Rotary, passagens aéreas, seguro saúde e contra acidentes, documentos de viagem (passaporte e vistos) e dinheiro para despesas (gerais, passeios e excursões), um preço aproximado de US$6 mil.

Somente jovens entre 15 a 16 anos podem candidatar-se a vagas para o programa de longa duração. A partir de 1º de maio até 31 de agosto estão abertas inscrições para o programa de longa duração 2011/2012. O candidato interessado preenche um formulário de inscrição, paga uma taxa de US$ 100, apresenta seu histórico escolar e não precisa pertencer ao Rotary. Uma comissão do Clube avalia o currículo do estudante, entrevista o candidato e sua família. Após todo o processo é realizada uma reunião com os selecionados que são informados quais as possibilidades de colocações existentes. O destino do jovem depende de sua classificação no processo de seleção, o primeiro colocado é o primeiro a escolher o país e assim sucessivamente. Os países disponíveis neste momento para o distrito de Sergipe são Alemanha, Canadá, Dinamarca, Eslováquia, Estados Unidos, França, Finlândia, México e Taiwan. Além do programa de longa duração existem outros programas dentro do Rotary como os de curta duração para jovens de 15 a 19 anos – estadias com famílias, excursões, colônia de férias e intercâmbios de novas gerações – o da amizade e o de estudos.

Intercambistas do Rotary, Norbrex ( Foto: Arquivo Pessoal)

Alexandre Souza, futuro intercambista ( Foto: Arquivo Pessoal)

O jovem Alexandre Souza, 17 anos, vive a expectativa da viagem rumo ao Canadá. Seu embarque está previsto para o final de julho deste ano. Embora sua preferência fosse a Alemanha, pois já possui fluência em inglês e queria aprender outra língua, ressalta que não quer com a viagem apenas aperfeiçoar o idioma. “O meu objetivo com o intercâmbio é crescer como pessoa e aprender varias coisas que não só acrescentarão no meu currículo, mas principalmente em minha vida. Coisas como me virar sozinho, encarar a solidão e sair de situação das quais nem de longe eu passaria aqui, cercado do cuidado dos meus pais. Aprender sobre mim, conhecer meus limites e saber quem eu sou”, conta Alexandre.

Universidades

Outro tipo de intercâmbio que cresce no estado é o universitário. A Universidade Federal de Sergipe (UFS) mantém atualmente dois convênios. O Brasil/França Ingénieur Technologie (BRAFITEC), iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior-CAPES, do Ministério da Educação do Brasil, com órgãos da França. No começo desse ano foram ofertadas quatro bolsas de estudos, com vários benefícios (Seguro Saúde, Auxilio instalação, Bolsa mensal, Passagem aérea) para alunos de Engenharia Mecânica da UFS com duração de um ano para estudar na França. “Em 2011 abriremos novamente edital para candidatura a bolsas de mobilidade acadêmica do BRAFITEC, com previsão no aumento de vagas”, declara a coordenação de Assuntos Internacionais de Capacitação Docente e Técnica – CICADT, Renata Mann.

Renata Mann, Coordenadora do CICADT (Foto: Tatianne Melo)

E o Mobility Network Europe-Southamerica: an Institutional Approach (Projeto Monesia), o Monesia é um projeto europeu que oferece bolsas de estudos para estudantes de graduação, mestrado e doutorado, pós-doutorandos. 20 Universidades da Europa, Brasil, Paraguai e Uruguai participam do projeto. Os benefícios são financiados pela Comissão Européia e incluem uma bolsa mensal, despesas com viagem, seguro e taxas acadêmicas. É obrigatório que o estudante tenha fluência básica no idioma do país que é pretendido o intercâmbio. Além disso, a UFS vem firmando convênios com cursinhos de línguas estrangeiras para ajudar no aprendizado destes idiomas. Seis alunos da instituição viajarão esse ano para Bélgica, Áustria, Espanha e Portugal. “Uma experiência internacional abre horizontes para os estudantes, os docentes. Até mesmo os servidores e técnicos administrativos podem participar dos intercâmbios. A Política atual da UFS é conseguir participar desses projetos consórcios onde a instituição ganha visibilidade em nível internacional”, finaliza Renata Mann.

Atualmente, a UFS recebe quatro estudantes franceses, três no curso de Comunicação Social e um no curso de Ciências Sociais, através de um convênio da universidade com a Université Lumière Lyon 2 e Institut d’Etudes Politiques de Lyon (IEP), coordenado pelo profº do departamento de Ciências Sociais, Paulo Neves. Gauthier Berthélémy é um deles, estudante do IEP está em Aracaju há nove meses. “Até agora valeu a pena, com certeza. Porque, seja para o Brasil ou qualquer lugar do mundo é sempre uma boa experiência sair do seu próprio país para conhecer outras coisas, outra cultura. Não é muito confortável, pois são muitas as diferenças, porém aprendi muitas coisas”, conta Gauthier. O Intercambista alega que apesar dele e outros franceses  receberem apoio do professor Paulo Neves, a reitoria não deu nenhum suporte e acompanhamento.

Gauthier Berthélémy ( Foto: Arquivo Pessoal)

“Quando chegamos aqui, demorou um mês para conseguirmos nos matricular e conhecer o reitor e os outros responsáveis por relações internacionais”, explica.

O intercâmbio universitário não está presente só nas universidades federais, a Universidade Tiradentes (UNIT) mantém convênio com as universidades de Valladolid na Espanha e Aveiro em Portugal, mas ainda busca ampliar suas relações internacionais com outras parcerias. A UNIT iniciou seu programa de intercambio entre Junho e Setembro de 2009, já enviou 19 estudantes e recebeu três. São abertas em média dez vagas por curso disponível, destas o aluno é classificado por nota, créditos cursados, participação em pesquisa, trabalhos e deve estar cursando o sexto ou sétimo período. O intercâmbio dura seis meses e todo custo é por conta do aluno que continua pagando sua mensalidade normalmente.

Independente do tipo de programa ou destino do intercambio, o importante é que o aluno se prepare e viaje disposto a descobrir novos horizontes, desvendar um pouco do mundo e de si mesmo. Além disso, a oportunidade é favorável a aprender uma língua, adquirir conhecimento ou experiência profissional, mas também conviver com pessoas completamente diferentes, ultrapassar desafios, oferecer seus conhecimentos e representar sua nação. Afinal o intercambio tem hora pra começar e pra acabar, como um sonho.


Medidas Pré-Embarque

Dicas

Obter passaporte (Departamento da Polícia Federal, no Aeroporto, Taxa: R$ 156,07)

Se você está interessando em fazer um intercâmbio, deve planejar tudo com pelo menos seis meses de antecedência. O sucesso do programa escolhido passa por este planejamento, uma etapa que deve ser considerada tão importante quanto o embarque

Visto (Cada país tem uma regra, Estados Unidos e Espanha somente concedem o visto com entrevista na embaixada ou consulado)

Investigue o destino antes de embarcar, tomando conhecimento sobre os costumes e as tradições de seu povo

Garantir o curso

Providencie seu passaporte com a máxima antecedência possível. A burocracia pode tornar o processo mais lento do que parece

Acomodação (Casa de família, albergue, hotel, etc.)

Verifique se o país que você vai visitar exige visto. Providencie a documentação para conseguí-lo com antecedência. Alguns países só têm representações diplomáticas em Brasília, o que significa mais tempo de espera

Seguro Saúde

Previna-se sempre fazendo uma assistência médica internacional, pois os médicos e hospitais são caríssimos e você poderá estar desprevenido numa emergência

Vacinas (Febre Amarela, sarampo… Mais informações http://www.anvisa.org.br)

Procure cartões ou passes especiais oferecidos por muitos países e cidades dando descontos para transportes e acomodações. Use transporte público sempre que possível

Embarque de menores (Menores de 18 anos podem viajar sozinhos, desde que apresentem autorização para embarque desacompanhados. Mais informações http://www.dpf.gov.br)

Os jovens podem ter vantagens e descontos especiais na maioria dos países, leve com você a Carteira Internacional de Estudante

Cartão de debito

Lembre-se que nos países do Hemisfério Norte as estações do ano são ao contrário do Brasil. Verão-Inverno, Inverno-Verão

Passagem Aérea

Lembre-se de que conhecer um lugar não é apenas comprar e tirar fotografias, mas comer sua comida, ver sua televisão, observar os hábitos do povo e fazer o que eles fazem para se divertir. Mergulhe no destino de corpo e alma para não se arrepender, depois, de ter perdido o melhor da festa


7 Respostas

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  1. Fernanda Jardim said, on 12/05/2010 at 11:04 pm

    Oie gente!
    Virei leitora assídua deste blog. Também né, são tantas matérias boas.
    E essa em especial, estou há um tempo pesquisando sobre esse assunto e não sabia que aqui tinha representante da EF.
    Então eu queria uma ajuda de vocês. Será que tem como mim informar como eu posso entrar em contato com a representante da EF daqui de Aracaju.
    Parabéns pela matéria! Muito bem feita
    Sucesso para vocês

  2. Tatianne Melo said, on 13/05/2010 at 12:54 am

    Obrigada, Fernanda!
    A EF-Aracaju fica na 13 de Julho, bem próximo do Iate Clube. A representante
    se chama Izabel Souza. Tel: 3044-3399 9979-6514.

  3. Laura Magalhães said, on 13/05/2010 at 7:48 pm

    E essa stb, fica onde?
    Sabia que existia em outro estado não em Aracaju!

  4. Tatianne Melo said, on 13/05/2010 at 10:17 pm

    A STB-Aracaju fica no Grageru; Av. Pedro Valadares, 150 – Sala 09 – Galeria Tramandaí. Tel: 3217-6166.

  5. Marina Barao said, on 14/05/2010 at 11:29 pm

    Moro em Aracaju e fiz meu intercâmbio pelo Rotary há três anos. Posso afirmar que fiz parte de um dos programas mais bem renomados do mundo todo e recomendo minha experiência a qualquer jovem, pois o aprendizado é muito rico e a visão de mundo que temos é transformadora.

    Parabéns pela matéria.

  6. Dani said, on 11/06/2010 at 1:29 pm

    A respeito do intercambio do rotary gostaria de ressaltar minha indignaçao com o Presidente da Comissao de Intercambio Paulo Gomes, que de maneira injusta discrimina os intercambistas q aqui se hospedam e os persegue a fim de que eles sejam exatamente do jeito q ele quer moldar! APRENDER respeitar os outros e libertar-se do preconceito deveriam ser lemas inerentes ao sistema rotariano e nao uma pratica comum de um dos seus líderes.

  7. Bonifácio said, on 04/10/2010 at 10:08 pm

    na Inglaterra tem visto? quanto quasta em meidia um visto?


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